A região cervical pode ser divida para o estudo anatômico em pescoço e nuca. A nuca é a parte posterior da região cervical, estende desd...

Revisão: músculos do pescoço

A região cervical pode ser divida para o estudo anatômico em pescoço e nuca. A nuca é a parte posterior da região cervical, estende desde a cabeça até o dorso unindo-se esse através do músculo trapézio. A nuca será estudada juntamente com os músculos do dorso.

Para estudarmos o pescoço podemos dividi-lo em duas regiões ântero-laterais, uma esquerda e outra direita, traçando uma linha mediana imaginária sobre a linha média na face anterior do pescoço. São nas faces ântero-laterais onde encontramos as principais estruturas do pescoço, estando a traquéia, as cartilagens laríngeas e o esôfago situados na linha média, no encontro dos limites anteriores das faces ântero-laterais.

A face ântero-lateral pode ser dividida em outras duas regiões, a região anterior do pescoço e a região posterior do pescoço, sendo o m. esternocleidomastóideo o divisor.

Observe que a região anterior tem formato triangular, podemos chamá-la de trígono anterior do pescoço. O mesmo também acontece com a região posterior, sendo chamada de trígono posterior. A divisão do pescoço em regiões e trígonos é de importância anatômica para melhor compreensão, localização, identificação e nomeação das inúmeras estruturas que nele estão contidas.


Pescoço - A região anterior e posterior é  dividida pelo m. esternocleidomastóideo

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
 
 
Região Anterior do Pescoço

Platisma
É um músculo muito delgado, o  mais superficial e recobre toda região anterior do pescoço. Também conhecido como cutâneo do pescoço. Isso se deve pelo fato de ser um músculo que se insere na pela e

Inserção Superior: Face inferior da mandíbula, pele da parte inferior da face e canto da boca
Inserção Inferior: Fáscia que recobre as partes superiores dos músculos peitoral maior e deltóide
Inervação: Ramo cervical do nervo Facial (7º par craniano)
Ação: Traciona o lábio inferior e o ângulo bucal, abrindo parcialmente a boca (expressão de horror). Puxa a pele sobre a clavícula em direção à mandíbula

Região Anterior do Pescoço - Observe a área do m. platisma

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Músculos Supra-hióideos

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Digástrico
Inserção Superior:
Ventre Anterior: Fossa digástrica da mandíbula
Ventre Poterior: Processo mastóide
Inserção Inferior: Corpo do osso hióide
Inervação: Nervo Facial (ventre posterior) e Nervo Mandibular (ventre anterior)
Ação: Elevação do osso hióide e abaixamento da mandíbula (abertura da boca). O ventre anterior traciona o osso hióide para frente e o ventre posterior para trás

Estiloióideo
Inserção Superior: Processo estilóide
Inserção Inferior: Corpo do osso hióide
Inervação: Nervo Facial (VII par craniano)
Ação: Elevação e retração do osso hióide

Miloióideo
Inserção Superior: Linha milo-hióidea da mandíbula
Inserção Inferior: Corpo do osso hióide
Inervação: Nervo Mandibular (Ramo do nervo Trigêmeo - V par craniano)
Ação: Elevação do osso hióide e da língua

Genioióideo
Inserção Superior: Espinha mentoniana da mandíbula
Inserção Inferior: Corpo do osso hióide
Inervação: Nervo Hipoglosso (C1)
Ação: Tração anterior do osso hióide e da língua

Assoalho da Boca - Vista Superior

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
 
 
Músculos Infra-hióideos
 
Esternoióideo
Inserção Superior: Corpo do osso hióide
Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno e ¼ medial da clavícula
Inervação: Ramos da Alça Cervical (N. do Hipoglosso) com fibras de C1 à C3
Ação: Baixar o osso hióideo

Esternotireóideo
Inserção Superior: Cartilagem tireóide
Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno
Inervação: Ramos da Alça Cervical (N. do Hipoglosso) com fibras de C1 à C3
Ação: Baixar a cartilagem tireóide
 
Tireoiódeo
Inserção Superior: Corno maior do osso hióide
Inserção Inferior: Cartilagem tireóide
Inervação: Nervo do Hipoglosso (C1 e C2)
Ação: Baixar o osso hióide
 
Omoióideo
Inserção Superior: Corpo do osso hióide
Inserção Inferior: Borda superior da escápula
Inervação: Ramos da Alça Cervical (N. do Hipoglosso) com fibras de C1 à C3
Ação: Baixar o osso hióide


Pescoço - Vista Anterior após remoção do platisma e das fácias

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
 
 
Região Lateral do Pescoço

Esternocleidomastóideo
Inserção Superior: Processo mastóide e linha nucal superior
Inserção Inferior: Face anterior do manúbrio do esterno junto à face superior e borda anterior do 1/3 medial da clavícula
Inervação: C2, C3 e parte espinhal do nervo Acessório (11º par craniano)
Ação: Quando fiixado superiormente tem ação inspiratória, traciona o tórax. Quando fixado inferiormente faz a flexão, inclinação homolateral e rotação da cabeça, virando a face para o lado oposto
 
Escaleno Anterior
Inserção Superior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 3ª à 6ª vértebras cervicais
Inserção Inferior: Face superior da 1º costela (tubérculo do escaleno anterior)
Inervação: Ramos dos nervos cervicais inferiores
Ação: Elevação da primeira costela e inclinação homolateral do pescoço

Escaleno Médio
Inserção Superior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 2ª à 7ª vértebras cervicais
Inserção Inferior: Face superior da 1ª costela
Inervação: Ramos dos nervos cervicais inferiores
Ação: Elevação da primeira costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação inspiratória
 
Escaleno Posterior
Inserção Superior: Tubérculos posteriores dos processos transversos da 5ª à 7ª vértebras cervicais
Inserção Inferior: Borda superior da 2ª costela
Inervação: Ramos anteriores dos 3 últimos nervos cervicais
Ação: Elevação da segunda costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação inspiratória

Reto Lateral da Cabeça
Inserção Superior: Processo jugular do occiptal
Inserção Inferior: Processo transverso de atlas
Inervação: Ramo da alça cervical entre o 1º e 2º nervos cervicais
Ação: Inclinação homolateral da cabeça
 

Pescoço - Camada Muscular Profunda

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
 
 
Região Pré-Vertebral

Longo da Cabeça
Inserção Superior: Processo basilar do occipital
Inserção Inferior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 3ª à 6ª vértebras cervicais
Inervação: C1, C2 e C3
Ação: Flexão da cabeça
 
Reto Anterior da Cabeça
Inserção Superior: Processo basilar do occipital
Inserção Inferior: Processo transverso e superfície anterior de atlas
Inervação: Ramo da alça cervical entre C1 e C2
Ação: Flexão da cabeça
 
Longo do Pescoço
É dividido em três porções, oblíquo superior, oblíquo inferior e vertical.

Porção Oblíquo Superior
Inserção Superior: Tubérculo do arco anterior do Atlas
Inserção Inferior: Tubérculo anterior dos processos transversos de C3 e C5

Porção Oblíquo Inferior
Inserção Superior: Tubérculo anterior dos processos transversos de C5 e C6
Inserção Inferior: Corpos vertebrais de T1 a T3

Porção Vertical
Inserção Superior: Corpos vertebrais de C2 a C4
Inserção Inferior: Corpos vertebrais de C5 a T3

Inervação: Ramos de C2 à C7
Ação: Flexão do pescoço e inclinação homolateral

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1 - INTRODUÇÃO A ...

Classificação de Angle e Simon.


1 - INTRODUÇÃO

A classificação da maloclusão tem sido tradicionalmente uma ferramenta importante nos procedimentos de diagnóstico e planejamento do tratamento ortodôntico. Uma classificação ideal deveria sintetizar os dados do diagnóstico e inferir o plano de tratamento.

Devido a importância da classificação das malocusões, como um redutor dos dados de diagnóstico, relataremos de maneira suscinta sistemas como os de Angle, Simon e Lischer para a classificação das anomalias dentofaciais.


2 - HISTÓRICO

Desde a antiguidade, dentes mal posicionados trazem certos problemas para alguns indivíduos e tentativas para corrigir estas desordens datam de pelo menos 1000 anos a.C. Aparelhos ortodônticos primitivos e surpreedentemente bem elaborados, foram encontrados nas escavações gregas e etruscas. A medida que a odontologia se desenvolveu nos séculos XVIII e XIX, um grande número de dispositivos para a "regularização dos dentes" e sistemas de classificação foram descritos por vários autores e utilizados esporadicamente por dentistas da época.

O que chamamos hoje de oclusão normal já tinha sido descrito no século XVIII por John Hunter. Carabelli, na metade do século XIX, foi provavelmente aquele que primeiro descreveu um sistema de classificação anormal no relacionamento entre as arcadas dentárias superior e inferior. O termo mordida topo a topo e overbite, são na realidade derivadas do sistema de classificação de Carabelli. O termo Ortodontia (Orthodonsie) foi originado por um francês chamado Lefoulon, aproximadamente na mesma época em que o interesse por estes problemas tornavam-se comuns.

Após 1850 apareceram os primeiros tratados que descreveram a ortodontia de maneira sistemática, o mais notável destes é o de Norman Kingsley - Oral Deformities . Kingsley influenciou significativamente a odontologia americana durante a última metade do século XIX. Apesar das suas contribuições e de seus contemporâneos, a ênfase da Ortodontia permaneceu no alinhamento dos dentes e na correção das suas proporções faciais, prestando-se pouca atenção à oclusão dentária. Numa época em que a dentição intacta era uma raridade, os detalhes de relações oclusais eram considerados sem importância.

Edward Hartley Angle  desenvolveu um conceito de oclusão normal, o que aconteceu no final do século XIX. Segundo Angle, a cúspide mésio-bucal do primeiro molar superior repousa no sulco bucal do primeiro molar inferior e se os dentes ocluem nos arcos de maneira alinhada, resultará em uma ocusão ideal. Angle descreveu três tipos básicos do que ele chamou de maloclusão, representando desvios na dimensão antero posterior.

A classificação de Angle foi rapidamente aceita pela pelos profissionais odontólogos da época devido a ordem introduzida, o que era até então uma confusão com respeito as relações das arcadas dentárias.

O sistema de Angle, para classificar as maloclusões foi imediatamente reconhecido, apesar de possuir deficiências. Um dos mais severos críticos foi Calvin Case, que apontou no método de Angle certo descuido no relacionamento dos dentes com a face, isto é, no perfil facial. Outra crítica feita por Case e outros profissionais era que, embora a maloclusão fosse um problema tridimensional, no sistema de Angle somente os desvios antero-posteriores foram levados em consideração.

As deficiências no sistema original de Angle levaram a uma série de adições informais no passado. Diversas subdivisões de Classe I foram propostas por Martin Dewey, inicialmente discípulo e defensor de Angle e mais tarde seu rival. Paulatinamente, as modificações da classificação de Angle foram estendidos para referirem a quatro características distintas, porém relacionadas

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Além dos benefícios da Fisioterapia na ATM o tratamento conservador do problema, a Fisioterapia também pode ser usada no pós cirurgico. Pa...

Cirurgia na ATM e a fisioterapia

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Além dos benefícios da Fisioterapia na ATM o tratamento conservador do problema, a Fisioterapia também pode ser usada no pós cirurgico. Para uma cirurgia na ATM ter 100% de sucesso, a complementação da fisioterapia se faz necessária. 

Porém, é bem possível tratar o paciente de forma não cirúrgica, e a fisioterapia adequada entra nesta etapa anterior a qualquer cirurgia, trabalhando com o paciente para melhorar as características funcionais da A.T.M.

Normalmente a fisioterapia tradicional tem como objetivo evitar a cirurgia, reposicionar a mandíbula ao crânio para melhorar a função, minimizar a dor muscular, melhorar a amplitude de movimento, melhorar a postura, reeducar o paciente em relação ao posicionamento correto da mandíbula, reduzir a inflamação, reduzir a carga na articulação temporomandibular e fortalecer o sistema músculo-esquelético.

Uma vez realizados todos os passos fisioterapeuticos tradicionais é possível avaliar a melhora da sintomatologia articular. Uma simples alteração anatômica (desgastes, reabsorções, etc. ) não é indicativa para cirurgia, visto que se há função adequada, não há dor, porque realizar um ato operatório apenas porque exames radiográficos evidenciam uma deformidade?

Portanto, com este conceito é que trabalho, sendo descritos abaixo alguns exercícios adequados para a A.T.M. como:

1- Exercícios de variação de movimento para melhorar a mobilidade por meio de alongamento das estruturas de tecido mole como músculo ou cápsula articular;

2- Exercícios isométricos para fortalecer os músculos e melhorar a coordenação;

3- Exercícios repetitivos para melhorar a biomecânica da articulação e da função muscular;

4- Exercícios posturais para reduzir o esforço muscular e articular;

5- Exercícios de alongamento para aumentar a variação de movimento articular e alongar o tecido mole.

Bem como utilização de Lasers, Crioterapia, Estimulação elétrica (TENS), Ultra-som e fundamentalmente a reeducação postural global para a A.T.M., para fazer com que as articulações trabalhem de forma simétrica e equlibradas, sem ocorrer sobrecarga durante a função.

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O principal indicativo de uma alteração na ATM é o estalido (clique), normalmente acompanhado de dor que se manifesta na cabeça, face, pesco...

Perguntas e respostas sobre ATM


O principal indicativo de uma alteração na ATM é o estalido (clique), normalmente acompanhado de dor que se manifesta na cabeça, face, pescoço, olhos e dentes. A ausência de dor não é sinal de normalidade. 
O estalido (clique), por si só, já traduz problemas nas ATMs.

Toda e qualquer doença necessita de mais de um fator para a sua ocorrência. O fator principal dos fatores que contribuem, modificam ou perpetuam a doença.

Nesta imagem você consegue identificar quais os musculos que são mais afetados e a localização da ATM, local que une a mandibula ao cranio, bem próximo da orelha.



No caso da disfunção das ATMs, acredita-se que o fator principal seja a Maloclusão (relacionamento inadequado entre os dentes do maxilar e a mandíbula), e um dos causadores poder o stress, os hábitos parafuncionais e algumas doenças sistêmicas os hormonais capazes de contribuir, modificar ou colaborar no seu aparecimento.

Contudo, sabe-se que a ordem dos fatores principais e secundários pode alterar-se, havendo diferentes pesos no julgamento de quem é o agente iniciador da disfunção.

Para que se tenha idéia da importância desta patologia, cerca de 50% dos casos de cefaléia (dor de cabeça ) crônica são provenientes de disfunção da ATM.

Como é o tratamento da ATM?
Através de placas de mordida, aparelhos ortodônticos, medicação e reabilitação protética, conforme o caso, nossa clínica oferece o que há de melhor em Disfunção da ATM.

Quais os principais sintomas da ATM?
- dores de cabeça na região da testa, fundo de olho e nas têmporas; 
- dores de ouvido;
- zumbidos no ouvido;
- dificuldade para mastigar, principalmente alimentos duros;
- dores durante a mastigação;
- tonturas;
- vertigens;
- barulho próximo à orelha ao abrir e fechar a boca;
- desgaste dental excessivo;
- sensação de travar a mandíbula.

Por que acontece o estalo no queixo?
Entre as faces articulares dos ossos que compõem as ATMs (osso temporal e côndilo da mandíbula), existe uma estrutura fibrocartilaginosa chamada disco articular, cujas principais funções são amortecer e amoldar as superfícies ósseas incongruentes da articulação, evitando traumas e desgastes prematuros.

Quando o disco articular se desloca de sua posição fisiológica, acontece o estalo (clique), notado nos movimentos mandibulares, tais como: falar, mastigar, cantar bocejar, etc...

ATM pode causar dor de cabeça?
Sim. As dores de cabeça provenientes das disfunções de ATMs, em geral, não s]ao propriamente de cabeça: são dores nos músculos que envolvem a cabeça. Posições posturais viciosas, relacionamento dental inadequado, apertamento e/ou ranger de dentes, associados ao "stress" , normalmente culminam em quadros crônicos de dores nos músculos da face, da cabeça e do pescoço.

ATM pode causar dor de ouvido?
Sim. A proximidade entre a ATM e o ouvido pode ocasionalmente confundir o paciente sobre o local de origem da dor. Na realidade, a dor de ouvido é diferente da dor de ATM. Como diagnóstico diferencial, as disfunções das ATMs não manisfestam febre, não eliminam secreção pelos ouvidos e não são acompanhadas por quadros infecciosos das vias aéreas superiores.

Qual a relação entre os dentes e a ATM?
Sim. O "encaixe dental" (oclusão) é responsável pela posição do côndilo (cabeça da mandíbula) dentro da articulação. Ocluir dos dentes mais para a frente, para trás ou para os lados traz conseqüências para as ATMs. O ideal é que a oclusão tenha um relacionamento adequado, para manter côndilo e disco articular harmônicos e bem posicionados entre si, a fim de que a articulação seja saudável.

Qual é o tratamento de ATM?
Promover uma oclusão dentária que permita um bom relacionamento entre as estruturas da ATM e remover os fatores que possam estar associados ao problema.

Através de placas de mordida, aparelhos ortodônticos, medicação e reabilitação protética, conforme o caso, nossa clínica oferece o que há de melhor em Disfunção da ATM.

Quais as consequências do não-tratamento?
A disfunção temporomandibular é uma doença que, depois de instalada, é quase sempre progressiva. O que não se consegue determinar com exatidão é a sua velocidade de progressão e as suas conseqüências. Portanto, o ideal é o tratamento precoce, que certamente proporciona melhores soluções e resultados.

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