Até onde esse barulho pode comprometer o seu cotidiano? Na realidade, o barulho promovido pelos estalos na ATM tem um prognóstico sofrível...

Estalos na ATM - Saiba amis!


Até onde esse barulho pode comprometer o seu cotidiano?

Na realidade, o barulho promovido pelos estalos na ATM tem um prognóstico sofrível, porém, seus resultados nos sintomas dolorosos são muito animadores.

ATM –  Sigla que significa Articulação Têmporo-Mandibular, localizada à frente do seu ouvido, a aproximadamente 2 cm do conduto auditivo. Sua função é propiciar movimentos corriqueiros de abertura bucal num ciclo mastigatório, numa conversa etc.

A ESTRUTURA – Uma cavidade que mantém no seu interior a "cabeça" da mandíbula, tendo entre eles uma cartilagem que pouco se assemelha a um menisco do joelho e chamado de disco articular que, pela sua presença, possibilta promover aberturas bucais sem dificuldades ou limitações de forma suave, imperceptível e silenciosa.

A DISFUNÇÃO – Ocorre que modificações estruturais nesse disco cartilaginoso fazem com que o mesmo saia da posição e fique deslocado com a boca fechada e, no momento da abertura da boca, ele se reposiciona, promovendo um barulho que varia de discreto até um baque surdo e forte, podendo ser percebido até mesmo por pessoas que se alimentam ao lado. Nesses casos, a abertura bucal se faz de forma irregular, num verdadeiro zigue-zague. Em casos mais graves e agudos impedem totalmente a abertura da boca.

SINTOMAS – Vários são os desconfortos causados por essa desordem chamada de Disfunção Articular. Os mais comuns são dores na região do ouvido, coceira, aumento na produção de cera (aumento da atividade otológica, devido ao barulho dos estalos constantes e irritantes), vertigem, zumbido, pressão e sensação de entupimento do ouvido, sensação de redução da audição.

CONSIDERAÇÕES – As dores observadas na região do ouvido se devem ao fato de que essa articulação possui uma área nobre na região posterior que é muito irrigada e inervada, e não pode sofrer qualquer tipo de pressão. Porém, com os estalos, a cabeça da mandíbula traumatiza continuamente a área, promovendo dor e, como essa estrutura se localiza ao lado do conduto auditivo,  a pessoa avalia como sendo uma dor de ouvido, quando, na verdade, a causa está na ATM.

TRATAMENTO – Na realidade, o barulho promovido pelos estalos na ATM tem um prognóstico sofrível, porém, seus resultados nos sintomas são muito animadores. Para isso, conta-se com procedimentos conservadores e nada invasivos (sem cirurgias), tal como placas estabilizadoras em acrílico com inclinações semelhantes as ATMs do paciente e ajustadas em protocolos rígidos, além de fisioterapia (osteopatia), aplicação de lasers, ultrassom etc. Após avaliação de uma ressonância magnética, único exame que revela com precisão a posição do disco articular e de um provável trauma na região, o tratamento deve ser executado por especialistas em ATM, e tratamentos equivocados, como os ortodônticos nesse estágio, podem perpetuar e complicar em definitivo o problema.

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Segundo o Grupo de Informação a pessoas com Zumbido de Curitiba, Brasil, que realizam palestras mensais sobre o problema, nove em cada...

Zumbido pode provocar perda auditiva


Segundo o Grupo de Informação a pessoas com Zumbido de Curitiba, Brasil, que realizam palestras mensais sobre o problema, nove em cada 10 pacientes com zumbido sofrem perda de audição.

Tais lesões, que comprometem as estruturas do ouvido, são irreversíveis e por essa razão devem ser tratadas de forma precoce para evitar sequelas. O zumbido é um sintoma que denuncia algum problema ou patologia auditiva e afeta a saúde de modo geral, como alterações metabólicas e problemas cardiovasculares.

O transtorno costuma ser mais comum em pessoas idosas, mas pode surgir em qualquer fase da vida. Aparelhos são indicados para pessoas que sofrem de perda de audição e zumbido, porque quebram o silêncio e preenchem os ouvidos com som, ocupando a atenção do cérebro.

Outra queixa comuns dos portadores do problema é a hipersensibilidade aos sons. A sensibilidade é resultado de lesões na cóclea, estrutura interna do ouvido ou das vias auditivas, que também podem favorecer o aparecimento do zumbido. Nestes casos não é aconselhável evitar o silêncio, pois, sem barulho, as vias auditivas ficam destreinadas, o que agrava o problema.

O correto a fazer é procurar tratamento o quanto antes. Por Yasmin Barcellos

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Características Gerais Fraturas geralmente ocorrem abaixo da cabeça condilar; Deslocamento para posição medial, inferior e anterior (tração ...

Fratura de Côndilo



Características Gerais

Fraturas geralmente ocorrem abaixo da cabeça condilar;

Deslocamento para posição medial, inferior e anterior (tração do m. pterigóideo);

Pouco freqüentes as fraturas dentro da cápsula articular;

Quase metade dos pacientes com fraturas condilares apresenta fraturas de corpo de mandíbula associadas.

GIBILISCO, 1982; GOAZ, 1995; PETERSON, 1995


Características Clínicas


Nem sempre produz sintomatologia clara;

Importante a palpação pré-auricular e região que rodeia o meato acústico externo;

Pode haver dor com abertura e fechamento da boca;

Pode haver inchaço, trismo, crepitações;

Habitualmente mordida aberta anterior;

A mandíbula pode estar deslocada anteriormente ou em caso de fratura unilateral pode desviar-se para o lado da fratura;

Existe ainda a incapacidade do paciente para protrusão da mandíbula, já que o m.pterigóideo lateral se insere no côndilo;

Pode-se suspeitar de fratura quando não se pode palpar o côndilo, paciente estando de boca fechada.


Características Radiográficas


Deformidades mais comuns: inclinação medial do côndilo, erosão e aplanamento condilar;

Aposição óssea na porção superior do côndilo e aplanamento da fossa mandibular;

Maior percentual de remodelamento em pacientes jovens.


Características Radiográficas – Incidências Utilizadas


Recomenda-se a tomada de imagens laterais e frontais dos côndilos:

- Laterais: Projeção panorâmica, específica para região de ATM e oblíquas laterais da região de ramo e côndilo,

- Frontal: inversa de Towne (ou projeções occiptofrontais), Transorbitais;

Projeções não deslocadas são mais facilmente visualizadas em projeções póstero-anteriores (como Towne);

Projeções com deslocamento podem ser vistas tanto em projeções laterais como ântero-posteriores.


Tratamento


Os aspectos técnicos do tratamento variam dependendo de que tenham afetado um ou ambos os côndilos, grau de deslocamento e da possível gravidade de fraturas concomitantes;

Aliviar sintomas agudos;

Restabelecimento das relações anatômicas corretas e prevenir anquilose óssea;

Em caso de maloclusão, recorrer a fixação intermaxilar para restabelecer a oclusão correta;

Para evitar cicatrizes - mobilização precoce.

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Mais de 28 milhões de brasileiros de todas as idades têm zumbido de ouvido, um real incômodo para quem sente e um alerta de que o corpo está...

Novembro Laranja - Campanha Nacional de Alerta ao Zumbido

Mais de 28 milhões de brasileiros de todas as idades têm zumbido de ouvido, um real incômodo para quem sente e um alerta de que o corpo está com algum problema. Apesar disso, pouca gente dá importância ao tema e há pouca divulgação sobre o tratamento e a possibilidade de cura.

Com o objetivo de mudar esse cenário, a Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido (APIDIZ), com o apoio do Intituto Ganz Sanches, promovem o Novembro Laranja.

Trata-se de um movimento nacional para chamar a atenção da população para a realidade crescente do zumbido no ouvido, em especial entre os jovens, além da importância do diagnóstico e tratamento precoces.

Por meio das mídias sociais e imprensa, os idealizadores convidam o público a falar sobre o tema, buscar e divulgar informações, além de vestir laranja no dia 11/11, Dia Nacional de Conscientização sobre o Zumbido.

 

Durante todo o mês serão divulgadas dicas sobre o zumbido na fan Page e no Twitter do Instituto Ganz Sanchez: https://www.facebook.com/InstitutoGanzSanchez e https://twitter.com/zumbidonoouvido.

 

Informações sobre o zumbido no ouvido

O que é o zumbido?

É um som que as pessoas escutam no ouvido ou na cabeça, especialmente no silêncio. Pode parecer apito, chiado, cachoeira, cigarra, etc. Algumas pessoas só o ouvem se prestarem atenção; outras o percebem o dia todo.

É comum ter zumbido?

Sim, cada vez mais! De 1995 a 2010, o zumbido aumentou de 15% para 24% na população geral; muito mais do que a asma, surdez, cegueira ou Alzheimer... e o pior: muita gente ainda não ouviu falar disso!

Os jovens também têm zumbido?

Para nossa surpresa, crianças de 5 a 11 anos e adolescentes de 12 a 17 anos tiveram 37% e 34% de zumbido em pesquisas recentes, ou seja, mais do que a população geral! Diferente dos adultos e idosos, o zumbido dos jovens começa ANTES da audiometria acusar qualquer perda auditiva. Esses ouvidos com zumbido podem ser mais sensíveis a lesões no futuro, por isso devem ser avaliados com mais frequência e mais cuidados.

Como se sente uma pessoa com zumbido?

No início, muitos ficam preocupados e pensam "será que isso é algo grave?", "e se eu piorar?", "será que vou ficar surdo?". Cerca de 20% têm dificuldades para dormir e se concentrar no trabalho/leitura, ficando mais ansiosos ou deprimidos. Os outros não costumam se importar.

O que pode causar o zumbido?

Ele costuma ser "sinal de alerta" de algum problema no ouvido ou em órgãos próximos. Em adultos e idosos, geralmente ele é consequência de alguma perda auditiva (mesmo que pequena!). Nos jovens, ele precede a perda de audição. Várias causas de zumbido já são conhecidas e algumas até são fáceis de identificar e tratar. Problemas comuns são os erros alimentares (principalmente o jejum prolongado, abuso de cafeína, doces e gorduras), a exposição a sons altos, otites, labirintites, diabetes, pressão alta, colesterol, envelhecimento, tumores etc. Problemas emocionais também causam zumbido. Portanto, uma única pessoa pode ter várias causas para o zumbido, que devem ser pesquisadas detalhadamente.

O que devo fazer se tenho zumbido?

Procure seu médico otorrinolaringologista de confiança; ele saberá lhe orientar adequadamente. O importante é investigar o que pode estar afetando o seu ouvido. Ex. 1: um jovem pode ter zumbido porque ouve música alta, come muitos doces e é ansioso.  Ex. 2: uma senhora pode ter zumbido pela idade, diabetes, pressão alta, abuso de cafeína e depressão. Tudo que puder ser revertido ou controlado tem chance de melhorar o seu zumbido.

Há algum tratamento para o zumbido?

Sim, vários! Alguns são simples e rápidos, outros lentos ou sofisticados. Nenhum deles pode ser generalizado para todos os casos. O melhor é personalizar para cada caso, considerando-se as causas do zumbido em cada paciente e a presença ou não perda auditiva, hipersensibilidade a sons ou tontura. Não deixe de buscar informação e ajuda: escolha junto com seu médico otorrino de confiança! Se quiser, acesse também as palestras gratuitas do GANZ (Grupo de Apoio Nacional a Pessoas com Zumbido) no http://twitcasting.tv/zumbidonoouvido e outras informações no www.apidiz.org.br ou www.institutoganzsanchez.com.br.

Como prevenir o zumbido?

1. Quando for a festas, shows ou bares ruidosos use protetores de ouvido e faça intervalos periódicos. Com fones de ouvido, evite ultrapassar a metade da potência do seu aparelho ou usar mais que 2 horas seguidas. Isso faz MUITA diferença para a segurança dos seus ouvidos!

2. Alimente-se bem, de 4 a 6 vezes por dia, sem "pular refeição". Evite excesso de cafeína, doces, álcool e nicotina.

3. Diminua o tempo de contato do celular com o ouvido, use mais viva-voz ou fone e troque o que for possível por mensagem de texto.

4. Alivie seu estresse com atividades relaxantes comprovadamente eficazes, como yoga, meditação, Tai-Chi-Chuan, Chi-Cong etc.

5. Estimule seus ouvidos com baixo volume de música suave ou outros sons agradáveis.

6. Evite auto-medicação, pois certos medicamentos podem causar zumbido.

7. Incorpore mais atividades de prazer na sua vida: atividade física, passeios, relacionamentos saudáveis, cinema etc. Momentos de felicidade ajudam a restaurar nossos os órgãos, inclusive os ouvidos.

Resumindo...

Há  várias causas e tratamentos disponíveis para o zumbido, mas é  essencial adaptar as opções para a idade, o perfil e as necessidades de cada paciente. Crianças e adolescentes devem ser tratados diferente dos adultos e idosos. Consulte seu otorrinolaringologista de confiança, procure informações corretas e atualizadas. Isso pode ajudar muito a entender o zumbido e a direcionar-lhe para o melhor tratamento. Quanto antes você tratar, maior a chance de cura ou de grande melhora. Portanto, se você ouvir algo como "não há nada que possa ser feito" ou "você vai ter que aprender a conviver com isso", siga em frente na sua busca!

Autora: Ana Flavia Lacchia

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