O que é e da onde vem o nome Bruxismo


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Bruxismo é um distúrbio do sono caracterizado pelo apertar dos dentes, em que as forças sobre a musculatura mastigatória são excessivas produzindo dor de cabeça, danos gengivais, desgaste do esmalte dental, dor disfuncional muscular da articulação temporomandibular. Geralmente é o dentista que detecta primeiramente o bruxismo.

O que é e o que não é bruxismo

Bruxismo já foi atribuído a enfeitiçamento por bruxa, deslocamento de energia invasora reprimida podendo ser ela um íncubo, um fluido, uma repressão inconsciente da libido e outras coisas constituindo todas variações do modelo passivista de mente humana. Uma incisão circular na calota craniana, para que a energia invasora esguichasse para fora, tal qual num poço petrolífero, deixando os dentes em paz é um exemplo estimulante para entendermos o que é psicoterapia baseada em deslocamento de repressão inconsciente.

No limiar do novo milênio superstições ficaram para trás. Sabe-se que bruxismo não é doença mental nem fenômeno inconsciente. É simplesmente um ato comportamental acionado por uma memória meganérgica ou megane, criada por seu próprio autor, a qual contém os arquivos de memória programadores daqueles movimentos mandibulares, sem cujos arquivos o ato comportamental denonimado de bruxismo não poderia ocorrer.

Fases do sono

Bruxismo pode ocorrer eventualmente em vigília e em todos os estágios do sono, mas predomina no estágio II e geralmente está ausente no estágio IV.

Origem do termo

Bruxismo vem da bruxaria, cujos manuais foram os mais completos e abrangentes estudos do sono até o século XV. O modelo teórico central desses manuais teve influência tão forte, que sobrevive até hoje camuflado de psicanálise, graças a Freud que, segundo ele próprio, copiou tais modelos, substituindo íncubo por id, possessa por histérica, pactuação por neurose, possessão por psicose. (Se alguém não gostar vá reclamar com Freud. Foi ele quem falou. Eu só estou informando)

O sonho era produzido por um íncubo (Freud chamaria de id) que penetrava no cérebro, assaltava o depósito de memórias, escolhia uma delas e capturava a imaginação passiva (projeção), a qual tinha que se resignar a fazer um teatro (conteúdo manifesto) de acordo com as intenções do grande invasor copulador (conteúdo latente).

A teoria dizia que o corpo era incorruptível, o que deixava para o íncubo invasor uma única via para penetrar na vítima e chegar até o cérebro: era pegar carona no útero (hysteron, hysteria) ejetável, que caminhava fisiologicamente corpo acima e produzia sufocação histérica na garganta. Esse hysteron foi a grande usina provedora de energia do pensamento aceita pela ciência, desde o século III AC., quando o pai da medicina, Hipócrates, criou o modelo teórico do útero ejetável, que Freud também copiou substituindo apenas os termos (útero por libido), mas mantendo a essência conceitual do axioma da energia invasora, continuando a atividade mental como um simples epifenômeno inconsciente das vicissitudes da energia invasora: nomina mutantur, numina permanent: mudam os nomes, permanecem as crenças!



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